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Golpe de estado: história de uma ideia

Golpe de estado: história de uma ideia

Newton Bignotto
tipo livro
estado novo
capa comum
editora Bazar do Tempo
ano de publicação 2021
número de páginas 384
peso 578g
dimensões 21cm / 14cm / 2cm
R$ 71,90

descrição

Os golpes de Estado têm marcado a história, da época moderna aos dias atuais, como mostra o filósofo Newton Bignotto neste novo livro, um instigante panorama das teorias que ao longo do tempo investigaram a natureza e o significado dos atos radicais que interrompem o curso normal do poder político regido por leis ou costumes consolidados.

Mais uma vez, a análise de Bignotto, autor de O Brasil à procura da democracia (2020), recorre à história das ideias para tentar compreender fenômenos contemporâneos e iluminar o entendimento sobre questões políticas fundamentais. Como ele bem observa, a noção de golpe de Estado é hoje tão popular quanto mal compreendida.

Este percurso histórico, filosófico e político tem em foco diversos autores situados em suas épocas e em face dos acontecimentos que os motivaram a escrever, mostrando como a leitura desses argumentos nos permite estabelecer diálogos e reflexões desde o nosso tempo. O golpe de Estado é, afinal, uma ideia – e não apenas – à espreita.

“Golpes de Estado fazem parte da linguagem política e do repertório de ações que estruturaram o mundo moderno e contemporâneo. Conhecer seus meandros e suas formas pode ajudar a combater um mal que não foi expurgado de nossas vidas com o desenvolvimento das forças econômicas e políticas ao longo dos últimos séculos. Se há algo que a história que estudamos demonstrou foi que nações desenvolvidas do ponto de vista econômico não estão livres de governos autoritários nem dos golpes de Estado. Ao contrário, só uma análise ampla da natureza dos golpes de Estado permite compreendê-los e combatê-los em tempos dominados pelas forças do mercado e pela quebra das referências políticas que, no passado, colocavam valores como liberdade, igualdade e bem comum no centro das decisões públicas.” – Newton Bignotto

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