Infelizmente o nosso site não funciona neste browser. Por favor, atualize-o para uma versão mais recente.

A Humana oferece FRETE GRÁTIS nas compras acima de R$ 100,00
O que resta de Auschwitz: O arquivo e a testemunha [Homo Sacer, III]

O que resta de Auschwitz: O arquivo e a testemunha [Homo Sacer, III]

Giorgio Agamben
tipo livro
estado novo
capa comum
editora Boitempo
ano de publicação 2008
categoria(s) Ciências Humanas
subcategoria(s) História
número de páginas 176
peso 350g
dimensões 21cm / 14cm / 2cm
falta temporária
No momento este item está em falta. Convidamos você a entrar em contato para avaliarmos a encomenda do que você deseja. Fone/WhatsApp: 49 3316-4566 / Instagram: @humanasebolivraria / E-mail: humanasebolivraria@gmail.com.

descrição

Como narrar o inenarrável ou testemunhar sobre algo que está além da compreensão humana? O que resta de Auschwitz, de Giorgio Agamben, procura, a partir de uma análise profunda do papel do testemunho como documento histórico e de seus limites enquanto relato pessoal, entender as dimensões da produção escrita dos sobreviventes do Holocausto nazista. Não se trata, portanto, de um livro sobre as circunstâncias materiais relacionadas ao maior campo de concentração de Hitler.

O que resta de Auschwitz investiga as dificuldades do testemunho quando este envolve a perda de referenciais básicos num espaço marcado pela total ausência de normas, onde o esforço pela identificação de algo parecido com uma lógica de funcionamento não só se mostrava vão, como também poderia significar a não sobrevivência.

O relato do escritor Primo Levi, sobrevivente de Auschwitz, é matéria-prima para a análise de Agamben. Levi se coloca como testemunha e condiciona sua sobrevivência à necessidade de contar essa história. Já os chamados "muçulmanos" - prisioneiros que perderam sua condição de homens e foram reduzidos a cadáveres ambulantes - são os únicos que poderiam dar testemunho verdadeiro do terror, se já não estivessem privados da linguagem. Agamben coloca que o valor do testemunho está essencialmente no que lhe falta, no que não pode ser dito por homens que já não o são. Em suas palavras, "Auschwitz marca o fim e a ruína de qualquer ética da dignidade e da adequação a uma norma. A vida nua, a que o homem foi reduzido".

voltar à tela anterior